Palavra em Lava: Arte da Criação em Cores
Os livros tão próximos à nossa existência, somos outros dos produtos mais prestes a expressar, esmagar e sublimar a alma humana. De fundo escuros até aos cores vibrantes, o que estas palavras e linhas produzem nas pessoas é tão complexo quanto elas, e todas as emoções que passam por nossos olhos por meio deles.
A arte da criação em cores, ao longo dos tempos, se encontra envolvida em muitas tradições e estilos, mas sua essência sempre tem sido a mesma – explorar e expressar os sentimentos através da combinação de cores, de modo a criermos vívidos sentimentos e imagens em nossos espíritos. No entanto, o que é realmente único e marcante nesta expressão de arte em cera é a história que esta palavra em lama conta.
O termo “palavra em lama” (a palavra foi esvaziada ou esvaziasta) se refere a uma expressão que aflora nos livros anciãos, especificamente no Corá, em que a palavra foi definida como aquilo que é “como a lama, sem cor, mas quando se batendo no poço, mostra milhares d’cores.” Essa metáfora, que se encontra em um comentário sobre a Palavra de Deus, sugere que a Palavra originalmente não é com cores, como a natureza ou a arte, mas que quando esvaziada até seu profundo, revela as mais intentes cores possíveis.
A história de Palavra em Lama, então, refere-se ao facto de que a Palavra, quando escrita ou criada com inteligência, é capaz de assumir e desempenhar uma série de cores e significados. Esse mecanismo pode ser entendido como um atributo típico da arte da criação em cores, que tanto em estampas quanto em escritas, o objeto original por vezes é simplesmente uma base branca, que é decorada posteriormente. No caso da Palavra, essa ‘decoração’ se realize com uma escolha intencionada de linguagem, sintaxe, imagens e emoções.
Um excelente exemplo disso é a obra “Lágrimas d’Gósis” de T. S. Eliot. Embora seja o conhecido por seu estilo abstrato e simbólico, o poema oferece uma ampla gama de cores por meio de suas imagens de crescimento e decomposição natural, o mistério e a ambiguidade. Eliot, ao lágrima o poeta e seu coração, revela a cor vívida que ocorre nos sentimentos mais fundiros e profundos de nossa alma.
No passado, as palavras e livros eram alimentados e criados com coragem de uma vez por estilos e cores específicas, que serviam para ajudar a determinar seu conteúdo e sentido. Hoje em dia, muitas vezes, conhecíamos a palavra em lama como a história que está a ser contada, não necessariamente com base na cor. Esta mudança, além de permitir a experiência de livro muito mais aberta, também tem explicado como o conceito de “palavra em lama” contínuamente reforça-se. Isso é feito porque as cores e os sentimentos são essenciais para que a história seja aceite pela audiência, e para que o artesão da criação permaneça envolvido no processo de exploração e transmissão.
Em resumo, o conceito de “palavra em lama” se encontra envolvido no processo de criação de sentidos e imagens através da criação em cera em tudo, mas especificamente nos livros. Ao lágrima a Palavra com uma ousada e intencional escolha de cores, como forma de expressão artística, podemos ganhar conhecimento sobre o que ela é realmente, e o que ela lhe podia realmente acontecer à nossa alma.
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