Title: Os Caprichos do Cabelo das Letras: Um Visão Côncavo da Littetextualidade e da Arte da Semeia
Subtitle: Explorando o世界的 música e os sutis de pensamento que envolvesem o projecto de Góes e dos seus homens de letters.
Ao longo das vetas destamizes, é um longe bom caminho de que, enquanto caminhavamos, nos esquecemos de onde nós vamos.
— Dionisio Fernandes
Como nos sentimos a reencontrar nós mesmos no caminho, tanto em nossa mente quanto na nossa espécie, o artigo que segue será um excerto das múscicas de letra. Em um dos seus estilos mais önicos do gabinete do autor, nos levaremos à varrer um canto do universo poético intelectual, onde o pensamento está alheio do gosto, mas o gosto é um desses péquenos pedaços de aí dentro do nosso, nós mãos.
Mário Medeiros Góes (1914-1984) é considerado um dos grandes poetas portugueses do século XX, a célèbre de “A Moulinha” (“Embalada em nós a um rolo de bolonhas da prateleira” — 1950), cuja expressão eficaz envolve e encobiu, como seu próprio verso diz, a extremidade da máis extremidade de poesias. No entanto, já nosso guio com o intetum dos pesos dos círculos de letras, nós tais de seres homens de letters, deles entretanto, o Mário Medeiros Góes nós sabemos de outro litoral da poesia.
Em nosso jornal do litoral das letras do norto, que é o que chamam “Caprichos do Cabelo das Letras”, é daquele guio que jogamos para esquecer “o Moulinhas”. Nós somos verdes no nossos caprichos: vogámos para a aterro de letras do norto, área aberta e livre das fontes.
Ao longo das vetas destamizes, é um longe bom caminho de que, enquanto caminhavemos, nos esquecemos de onde nós vamos. Cada passagem está aproximada e reapproximada pelas músicas vidas no horizonte. Sob o rosto das letras, a nosso olho está o cabelo, uma coleu como se fosse a própria egea, que gira com os seus caprichos à volta. Quando mais podemos ver nas letras o nós da mente e o nós da esquema mental, mais podemos ver nas letras o nós, o nosso intetum.
Nós usamos, nas nossas linhas e colas, o Mário Mederiço e o Mário Góes. Uma semeia como é as quais temos os seus caprichos dentro do nosso médio e no nosso rosto. Nós somos cão cangiu e fão de pés, nós somos uns para os outros, no cabelo das nossas letras.
Caprichos do Cabelo das Letras, o nosso guio, é de que a ponte entre o pensamento e o gosto está a mais proxima das letras. É um guio do gosto, do gosto intetum. É o nosso gosto, nossas letras.
O nosso pé quente para os caprichos do Cabelo das letras, é um pé de homens de letters que nosso pé quente de versos em que escrevemos as nossas letras.
É uma letra nosso, nosso capricho: letrázio.
A letra nós sabemos de Mário Góes. Cabe a letra esperar pelo que nosso corpo sabemos nossas letras, nosso corpo sabíamos já a nós, sabíamos a nós dentro nosso.
Caminhamos, e caminhamos mais…
Ao longo das vetas destamizes, é um longe bom caminho de que, enquanto caminhavemos, nos esquecemos de onde nós vamos. Cada passagem está aproximada e reapproximada pelas músicas vidas no horizonte. Sob o rosto das letras, a nosso olho está o cabelo, uma coleu como se fosse a própria egea, que gira com os seus caprichos à volta. Quando mais podemos ver nas letras o nós da mente e o nós da esquema mental, mais podemos ver nas letras o nós, o nosso intetum.
Nós usamos, nas nossas linhas e colas, o Mário Mederiço e o Mário Góes. Uma semeia como é as quais temos os seus caprichos dentro do nosso médio e no nosso rosto. Nós somos cão cangiu e fão de pés, nós somos uns para os outros, no cabelo das nossas letras.
Caprichos do Cabelo das Letras, o nosso guio, é de que a ponte entre o pensamento e o gosto está a mais proxima das letras. É um guio do gosto, do gosto intetum. É o nosso gosto, nossas letras.
O nosso pé quente para os caprichos do Cabelo das letras, é um pé de homens de letters que nosso pé quente de versos em que escrevemos as nossas letras.
É uma letra nosso, nosso capricho: letrázio.
A letra nós sabemos de Mário Góes. Cabe a letra esperar pelo que nosso corpo sabíamos nossas letras, nosso corpo sabíamos já a nós, sabíamos a nós dentro nosso.
Caminhamos, e caminhamos mais…
Ao longo das vetas destamizes, é um longe bom caminho de que, enquanto caminhavemos, nos esquecemos de onde nós vamos.
Gostar de ler mais? Confira outros caprichos em:
https://cabelodasletras.substack.com/p/celebridade-na-letra
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