Title: O Espelho do Silêncio: Artisticidade das Palavras
Subtitle: Reflexões nas Obras de Fernando Pessoa
Artisticidade, no contexto das expressões do ser humano, referencia, principalmente, à capacidade de criar, expressar, e transmitir ideias, sentidos e emoções. Pessoas como Pablo Picasso, Stephen King e even os jovens da web, como o vlogger Matt Steffanina, são exemplos emblemáticos de diferentes arquetipos de criatividade.
Cada uma dessas figuras, por meio de suas maneiras distintas de expressão, falgam para a humanidade formas de entender e representationar a realidade. Mas que acontece ao criador quando está envolvido em um processo de reflexão sofistizada, em que cada palavra é síntese professa de uma mentalidade, uma luta, uma ideia?
A questão – e, talvez, o estudo que mais respeita a expressão humana em seu profundo significado – é mais comum nos campos filosóficos e históricos. Mas quando entram os autores – como o português Fernando Pessoa – para explorar o silêncio através do espelho textual, é como se tomamos reflexões em direção à artesanha de palavras.
Escolhendo “O Espelho do Silêncio”, trabalho em torno da reflexão sobre a estrutura, o significado e as implicações das palavras. A workshearing, “O Espelho do Silêncio”, feita por Pessoa, é um reflexo do seu próprio sentimento de solitude e de seu convite a descolhe-se do roteiro da existência física, para passar a entender e expressar o universo a partir de um ponto de vista à vez individual e diversificado.
Como anônimo, Pessoa explorou diversos nomes de princípios para sobrepor a sua personalidade física e mental, aproximando-se a ser humano por meio de diversas percepções existenciais. Seu anônimo, então, não é apenas um alter-ego em que ele desseca suas reflexões em uma linguagem diversificada (com o uso de aproximadamente 82 nomes psicológicos), mas sim um método de pesquisa estilizada que ele usava para explorar as diferentes estruturas e temas da linguagem.
O nome “O Espelho do Silêncio” sugere uma referência a um reflexo, ao self-portrait reflexivo. Mas, digamos, não é o “raio” de reflexão de sua própria personalidade mental, embora isso, de fato, seja o conteúdo predileto que ele se abordava com seu anônimo. O que ele explora, ao criar esse anônimo, é uma metávidade: a interrogação sobre si e sua relação com a linguagem.
Todas as suas poesias, os seus ensaios, os seus fragmentos em prosa, são espelhos simbólicos do seu próprio pensamento e de sua correspondência emocional com a linguagem. A interação entre o sujeito (Pessoa) e seu alter-ego (o anônimo) é simbólica dos diversos instantes em que o autoefeito (Pessoa) dialoga com sua “sua alma” (o anônimo).
Ao ler o “Espelho do Silêncio” é a lutta em um pucimato de reflexões, o alheio ao seu próprio espírito. A expressão se aponta para um sentimento de isolamento, de existência suja e de pesos de consciência.
Como a reflexiveidade está conectada ao criador e sua autoria, a questão é: Isso torna-nos censuradores? Isso não nos permissão expressar e compartilhar nossos pensamentos e nossas reflexões de maneira aberta?
Pessoa não soube responder a perguntas como isso. Ela não deveria ser assim. Mas o seu que a tornou único foi não só sua capacidade de criação, mas também sua honra midental em não censors suas explicações. A “artisticidade das palavras”, em “O Espelho do Silêncio”, não é apenas a reflexão sobre o próprio pensamento, mas também uma celebração da palavra como meio essencial de expresão e de expressão.
As palavras são o espejo das nossas almas, mas o acto de escrever, lembrar, dialogar com si mesmo – em alguns casos, mesmo com outro – nos permite expor nossos corpos à luz da reflexão. Este é o resultado, a expressão: a autoria. As autrias estão presentes na história das expressões do ser humano, e podem ser encontradas em qualquer ponto da sua jornada como humano.
Como observamos mais de uma vez em todos os campos da vida, “O Espelho do Silêncio” é um espelho profundo e um reflexo profundo. É como se o autor não estivesse apenas falando sobre a poética das palavras, mais falando sobre o próprio espírito de reflexão. Este é o espelho que a agora podem tomar-nos em nossas próprias lutas, com isso reconhecendo e valorizando-nos mais, como autores. Reflexões em direção ao próprio pensamento, nós ajudamos a responder a questões sobre nós mesmos, sobre o que somos, sobre quem somos. O artesão por palavras, assim, é um poeta, um músico, um ator em seu próprio roteiro.
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