Fotografia da Voz: O Alfabeto das Poesias
Há um universo latente behind todas as palavras que somos capazes de imaginar,
uma sintonia subtil que transcende suas formas ortogonais e se unifica com a visualidade.
A fotografia e a poesia, ao parecer distantes no domínio, são irmas semelhantes em seu ardecer por expressão. Ambas capturam a mente e o coração no uso de imagens à prova de tempo. Embora eles se atirem a diferentes médias, a fotografia da voz é uma artificia plena de combinar o alfabeto da palavra em uma composição poética e visível.
Nossa linguagem suja os horizontes da crono, o que nos delega a tarefa de pesar os pesos do passado e do futuro no presente.
O alfabeto de uma poesia é como uma gelatina do séculos, capturando e condensant formas e conceptos por meio de letras movimentais. É onde cada letra e, consequentemente, cada palavra é um item da expressão, alheio ao sentimento e narrativa universal. Pela fotografia desses versículos, há a possibilidade de visualizar a arca do pensamento, o corpo do que nos rodeia nas horas e nos momentos que nos fazem pensar em nós mesmos. É como se isso escondido nos corpos, nos nomes feitos subjacente à nossa história, fizesse um emolumento de si mesmo.
O alfabeto das poesias pode ser entendido como um bloco de blocos de cão, onde cada seta e colchetto contém uma espécie de palavra, cada uma com suas marcas distintas, suas luzes e suas sombras.
Começa-se a entender como a fotografia pode ser a expressação visual de um dizim, um susurro de sentimentos coletivos, um suspiro de resignação ou o brumal murmurar de um deslumbramento profundo.
A fotografia desta arte palavral pode ser a expressão mais literal de uma ideia, a estabilidade que a letra pode oferecer à imagem. Ela pode nos dar os capítulos de uma história em motion, em um rosto fissurado pela expressão, num movimento, um dom e as paredes em torno dele, no fundo dos olhos.
É um artigo que transforma o alfabeto como uma ferramenta de construção de uma peça visual, a deixar em branco para que cada leitor encontre seu caminho ao que foi narrado, entre as linhas dos versos, em um triângulo formado pela letra a, o, e o.
A fotografia da voz pode ser a expressão do silencio, a línea que separa os silencios e as expressões. Pode ser um sinal de luz e de som em um ambiente acabado de mais sombras, o que permite que isso que está a ser ditado possa ser escapado pela mente.
Essa combinação entre a linguagem e a imagem pode nos dar um guia por meios dele e deitá-lo abertamente no papel de nós nós mesmos, como um rolo de tapeçagem que, aberto, nos revela os fragmentos do teus próprios músculos.
O alfabeto das poesias pode ser um rolo de fotografia em movimento, uma coleta de frames que transformam palavras em música, em um suonho score. Essa fotografia pode capturar a dança de cada letra, a sua caída e suas elevações; pode capturar o susurro, o cariço, o puro tom de você, assim como o impacto do silencio.
A fotografia da voz pode ser entendida como a luz que nos envelope e nos esfrega em nossa bolsa de letras, a luz que abre para nós as portas da nossa mente interior.
Neste sentido, pode-se afirmar que a fotografia dos alfabetos das poesias não é apenas o artigo. Isso é os poetas, essas mãos escrevendo com lentes. A fotografia deles é, de fato, o artigo deles.
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