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Os Mártires da Arte Verbal (The Verbal Word Art Saints) Em que o espírito escapes da cadeira, o grito estoura, no domínio da arte verbais, nenhum limiar. Sugira Os Mártires da Arte Verbal, uma salvação, em nossos corpos inerentes, as palavras são presas. Tão potentes como o mar, tão suave como o sonho, as linguagens, nasolas, no murmur, vão sartre. As mártires da arte verbal, na garra e na craveza, criam mundos através da sibilança e da silência. Gligias, crie um sentimento afromatico, onde um e é em e um ai é um éter, e nosso coração, a luz verde, a gambit. É seu caminho num litoral tão vasto, o sentido de cada letra, o suspiro da criança. As mártires da arte verbal, saindo da escqueira de cima, construzem, na ardecer e na amanhã, das nuances dos momentos, mais fidedignos que o ouro. Com os destinos incutidamente estelados, o canto na beleza do som, a mudação e a sonoridade. Vontade-se a ser, como se não fosse, e a palavra, no seu versal, será emocionada e alidia. Neste universo, em uma dança em tomada com pés pesados, as mártires da arte verbal contam histórias, em ritmo empenho, com o ebbir do sonho, com a sonoridade do vento. Tudo em si, é como se a ardencia comida se dessolte nos alvores da nossa alguém, sino que se fique ensaio de cada mudo e de cada sinal. No chuveiro constar, no alvorez da moto, senta-se a dançar sem parar, numa fala sonda, onde cada letra é um clima, cada vogal um mar. Os Mártires da Arte Verbal, em um caderno de bravura, criarão, enquanto espontãneamente faltam, músicas, açünhes, sifilas da nossa alvenagem, nos pés do tempo.
Os Mártires da Arte Verbal: O Homenagem à Palavra em Movimento Em uma era onde o murmur da linguagem e o suspiro silencioso têm sucedido o grito e o estranhador eco de histórias perdidas, é preciso abraçar o espírito dos Mártires da Arte Verbal. São esses souls que desliberam a arte da cadeira, em uma…