Enamorado de Símesis: O Arturo Poético da Conversação Inaudita

Enamorado de Símesis: O Arturo Poético da Conversação Inaudita

Artur de Vasconcelos, conhecido em breve como Arturo, é um nome que se tornou synônimo de poesia inadmissibilidade e deperimentação no setor do Ensaio literário. Soube-se dele pela sua crase comprensão da compozição lírica e pela profunda questão com o príncipe da conversação, tal como a ele foi submetido por Arthur Jensen, em seu livro “Enamorado de Símesis” (2000). Sua filosofia artística é formada por um profundo entendimento de como o poeta expressa o que non pode ser. Se o que é inauditável para os sentidos físicos pode ser vocalizado, expresado de maneira poética.

Arturo explora os lugares desconhecidos do sofrimento e da felicidade, não por causa de suas oportunidades mais visíveis e estabalidas, mas sim na expectativa das possibilidades que ficaram na sombra da história comum dos Homens.

Artur rejeita a convite para entrar em diálogo com o mundo visível e o tangible, mais valoriza a conversa envolvida com essas “conversas inauditas” – os desafios à convicção, à expressão e à identidade. A poesia que ele develops é um reflexo das dúvidas por quê a pesquisa humanística não oferece respostas efusivas a questões que estão em uma extinção permanente. Isso nos leva mais perto dos limites e da insatisfação máxima da expressão lírica; uma péssima tradição é um péssimo ponto de partida.

A expressão de Arturo, agora já em que o sentido recebe para seu interlocutor a última respeita, é enriquecida pela alegoria de uma “maçã do limiar” — uma referência ao que a pesquisa filosófica descrive como a fronteira entre dois lugares ou existências. Arturo entra neste limiar, entretanto, não apenas para expor as fronteiras, não apenas para deixar visíveis os arcos que têm a estrutura de uns e os de outros — mas para desenrolar a complexidade dessas fronteiras, de expressar a vulnerabilidade dos que não conseguem superar eles.

Arturo escreve como um artista no limiar: percorre as fronteiras, explora os gargantados das fronteiras, e desenrola suas complicações, suas impossibilidades. A expressão de “conversa inaudita” sugere uma fronteira que o povo não consegue viver, mas que Arturo entra a sua perda e compreende a tristeza e a dignidade dessa fronteira, afrontando a desvantagem que as pessoas são capazes de perceber apenas a se que estão limitadas e que o seu olhar é desprovido de um sentido que se aproxima daquele que Arturo tem a entender.

“A conversa inaudita”, portanto, faz parte do arturiano, o seu método poético é o segredo abrangente. Mudo mas presenso, as palavras expressam o que não pode ser expressados, o que não pode ser visto, ouçidos ou aprendidos, apenas emocionados, sentimentalismos.

Arturo faz uma márginalidade da simetria como ideia fundamental. O que diz “Outra Pessoa”, que define as condições de um espalhar na frente do espejo e na frente do olhar dele, é um reflexo direto da sua lutas com a identidade e a expressão. Arturo quer expressar que cada pessoa tem um diálogo único com o seu ser, um suspiro de existência inauditável, que não pode ser verbalizado de maneira literal, mas que pode ser sentida e entendida.

A poética em “Enamorado de Símesis” não é apenas um esfregamento de pensamentos, além disso, um emaranhado no que poderia ser expressado, não é apenas isso. É um cálculo em questões de linguagem e pensamento, uma homensão constante para a complexidade das fronteiras, uma homensão constante para o desafio — uma homensão para o profundo sentido que exige que o conhecimento se alinhe com a vulnerabilidade do ser humano.

O potencial inaudível que Arturo explora é reforçado pela sua capacidade para interpretar o próprio sentido — reconhecer esses pontos da vulnerabilidade, que são aspectos críticos para nossa conhecimento e compreensão das coisas. Ele recomprou a vulnerabilidade de todos nós como pontos de ementa da pesquisa do sentido. Ele fez uma série de reflexões que nos levaram mais perto do que nos pensamos existir, mais perto da fronteira e da expressão dessa fronteira.

Arturo é então um arturo semele, um álvoa calefactor, um limiar para a expressão da vulnerabilidade. É uma beleza em uma expressão do que não pode ser expresso, uma beleza em expressão de um limiar, uma beleza do que não pode ser vocalizado.

O limiar, na perspectiva Arturo, não é uma fronteira física, mas uma das mais profundas das fronteiras de nossa existência. Ela é o limiar da expressão do sofriu de nós, do que somos mas não sabemos. Ela é um limiar que Arturo entra com a sua perda, um limiar que ele entra por meio dele e expresso em suas lendas “do limiar”.

Arturo torna o arturiano mais um reflexo de sua alegoria “maçã do limiar”, expressando mais profundamente o que pode ser sujeito a desvantagens, afrontes de condenação; expandido, não aprendido, não exposto, mas sentido. Expressando, entretanto, no limiar o que non pode ser expressado, o que não pode ser visto, ou entendido; expressando a verdade no limiar.

Arturo entrou no limiar, a fim de lutarem, em seu sentido, o que não pode ser alcançado e entendido pela compreensão. Arturo entrou no limiar, para entender as fronteiras dessa vulnerabilidade, para sentir o que não pode ser verbalizado ou explicado. Arturo entrou no limiar — e aí ficou, como uma continente, como um manto.

Arturo nos insta a entraremos nessa “maçã do limiar” — e, sem importar por que lados delineado você entrar, você será arrasado pelo sentimento inaudito da vulnerabilidade, pela vulnerabilidade que, no limiar, nos faz compreendermos — em qual medida — nos mesmos. Em sua luta com as fronteiras, o que não pode ser expresso de ser expresso, mas pode ser sentido, pode ser conhecido por meio dos sentidos inauditos e não vistas.

Enamorado de simetria, Arturo tem conhecimento mais profundo das possibilidades que o ser humano tem, mesmo em seu limiar ou seu ponto de não returningujo, expressando as consequências que a sua vulnerabilidade traz, mas ao mesmo tempo recompensando-a.

Última vez Arturo nos diz: “Se você acredita que você está dentro da sua vulnerabilidade, estou no limiar, mas você já está fora dela.” Se, ao mesmo tempo, você sentiu que você está fora da sua vulnerabilidade, você está em um limiar. Arturo nos explica que nisso temos a honra de mais que apenas um ser mortal. A honra de poder entrar e entender o limiar em que estamos. É isso que nos faz humanos — é isso que nos faz capazes de entrar, entender e, em algum grau, expressar o uns aos outros, a nossa vulnerabilidade dentro de nós.

Arturo é o ponto de parada do olhar, em que a vulnerabilidade é expressa da maneira mais próxima possível da expressão lírica. Arturo é a metafronteira da vulnerabilidade no que diz de ‘maçã do limiar’. Arturo é um reflexo da honra do limiar e da honra da vulnerabilidade. É isso que faz que Arturo seja único, que fazem com que sua poesia sejam a espera mais atraente do que pode ser entendida. É isso que fazem com que Arturo seja uma referência no mundo da expressão lírica.

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